Segurança
A Guará Pinturas Prediais atende todas as normas federais exigidas.
Abaixo a descrição das normas federais regulamentadoras.


Segurança total em Pinturas Prediais e Industriais


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), é o órgão federal responsável pela regulamentação de ações aplicáveis às relações do trabalho, obrigando todos os empregadores a atender nos ambientes de trabalho os requisitos mínimos de proteção de segurança e saúde do trabalhador, através das Normas Regulamentadoras sobre Segurança e Saúde do Trabalhador, as NRs.

Norma Regulamentadora Nº1
É obrigação do empregador de mostrar os riscos existentes nas atividades dos funcionários e treinar sobre as medidas preventivas que devem aplicar para prevenir acidentes no desempenho do trabalho. Devem divulgar obrigações e proibições que os empregados devam cumprir e dar conhecimento aos empregados de que serão passíveis de punição, pelo descumprimento das normas de segurança e saúde expedidas.

Norma Regulamentadora Nº 6 EPI Equipamentos de Proteção Individual
EPI é todo dispositivo de uso individual, para proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Só poderá ser comercializado e utilizado, se possuir o Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo MTE, nº que consta no próprio equipamento.
Toda empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento.

Obriga-se o empregador, quanto ao EPI, a:

a) adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;
b) treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado e tornar seu uso obrigatório;
c) substituí-lo quando danificado ou extraviado, higienizá-lo e fazer sua manutenção;

Obriga-se o empregado, quanto ao EPI, a:
a) usá-lo p/ o fim a que se destina e responsabilizar-se por sua guarda e conservação;
b) comunicar o empregador alterações que torne seu uso impróprio.
Exemplos de EPIs para trabalhadores em atividades de manutenção de fachadas:

trava quedas ligado a cinto de segurança / Cinto pára-quedista.



Norma Regulamentadora Nº 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil
Graves riscos ocorrem em serviços de reforma, manutenção e limpeza de fachadas.
São necessários planejamento e utilização de equipamentos e dispositivos apropriados para sua realização com total segurança. Por desconhecimento ou por omissão de contratantes e prestadores de serviços estas atividades não atendem às Normas, aumentando ainda mais estes riscos.

Cadeira Suspensa: Quando não for possível a instalação de andaimes, é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual).
O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente.
O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia, do trava-quedas.
Esta cadeira deve apresentar na sua estrutura, em caracteres indeléveis e bem visíveis, a razão social e o número do CNPJ do fabricante.

A sustentação da cadeira deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética (corda de poliamida).


(Cadeira utilizada por nossa empresa ).

É proibida a improvisação de cadeira suspensa

A grande maioria das ¨cadeirinhas¨ utilizadas em serviços de fachada são de fabricação artesanal. São consideradas, pelos trabalhadores, mais fáceis de utilizar, mais leves e mais baratas, porém são perigosas e seu uso é proibido.

Ex. de cadeirinha improvisada:



CUIDADOS COM CABO DE FIBRA SINTÉTICA

Cabos de fibra sintética devem ser dotados de alerta visual amarelo.
Estes cabos deverão contar com rótulo contendo as seguintes informações:
Material constituinte: poliamida, diâmetro de 12mm, Comprimento em metros e aviso:
“CUIDADO: CABO PARA USO ESPECÍFICO EM CADEIRAS SUSPENSAS E CABO-GUIA DE SEGURANÇA PARA FIXAÇÃO DE TRAVA-QUEDAS”.

Fita de identificação
Constando: NR 18.16.5 - ISO 1140 1990 e nome do fabricante.

Alma central torcida em multifilamento de poliamida.

2ª capa
Alerta visual em filamento de polipropileno ou poliamida na cor amarela. Quando a segunda camada aparecer (amarela) indica que a camada superior está desgastada, devendo-se então substituir a corda.

1ª capa
Trançado externo em multifilamento de poliamida.
A vida útil das cordas depende de: tempo de uso, da manutenção, freqüência do uso, equipamentos utilizados, intensidade da carga, abrasão física, degradação química, exposição a raios solares (ultravioleta), clima etc.
Nó enfraquece a corda no local da curvatura com perda de resistência de até 60%. Curvas mais acentuadas sacrificam mais a estrutura da corda. Esforço contínuo, causa danos menores do que um esforço de impacto.

INSPEÇÃO: Antes de cada uso, a corda deve ser inteiramente inspecionada.

Inspeção externa e interna: verificar a capa , diâmetro constante, sem cortes nem fios partidos, sem desgastes por abrasão e sem suspeita de contaminação por produto químico nocivo à sua estrutura. A corda não deve apresentar caroço, inconsistência à dobra, emagrecimento da alma (parte interna) e folga entre capa e alma.

MANUTENÇÃO: Poliamida envelhece em contato com o ar, mesmo sem ser usada.

1. Mantê-la: limpa, afastada de produtos químicos nocivos (ácidos), cantos cortantes e piso das obras. Jamais pisá-la com sapatos sujos. Partículas de areia, terra e pó penetram nas fibras e causam grande desgaste dos fios durante o uso.

2. Armazená-la: em local seco, à sombra, sem contato com piso de cimento, fontes de calor, sol, produtos químicos, abrasivos ou cortantes.

3. Lavá-la: com sabão neutro, água com temperatura de até 30° e escova com cerdas macias (plásticas). Nunca use detergente. Deixar secar ao ar livre, longe da luz solar.

CUIDADOS COM CABO DE AÇO
Cabos de aço de tração não podem ter emendas nem pernas quebradas que possam vir a comprometer sua segurança.
Não permita que o cabo de aço tome a forma de um pequeno laço, pois é o começo de um nó. Feito um nó a resistência do cabo é muito reduzida.

Colocação dos grampos: Para cabos até 5/8” use no mínimo 3 grampos.

Importante: os grampos devem ser montados de maneira correta e reapertados após o início de uso do cabo de aço.

Manuseio do cabo de aço: cabo de aço deve ser enrolado e desenrolado corretamente, a fim de não ser estragado facilmente por deformações permanentes e formação de nós fechados.

Substitua o cabo ou descarte o pedaço do cabo quando:

1. Existirem arames rompidos visíveis;
2. Aparecer corrosão acentuada;
3. Os arames externos se desgastarem mais do que 1/3 de seu diâmetro original4. O diâmetro do cabo diminuir mais do que 5% em relação a seu diâmetro nominal;
5. Aparecerem sinais de danos por alta temperatura no cabo;
6. Aparecer qualquer distorção no cabo (dobra, amassamento ou gaiola de passarinho).

MANUTENÇÃO: Manter cabos de aço afastados de produtos químicos nocivos (ácidos), abrasivos e cantos (vivos) cortantes.
Armazená-lo em local seco, por meio de carretel, para fácil manuseio, sem torção estrutural.





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